Hemodiálise

Em medicina, a hemodiálise é um tratamento que é utilizado principalmente em pessoas com insuficiência renal avançada, ou seja, quando os rins já não conseguem fazer a sua função de filtrar e eliminar as substâncias nocivas do organismo. A hemodiálise é um processo que usa uma máquina para limpar o sangue do paciente, retirando as toxinas e os excessos de fluidos que os rins já não conseguem eliminar. O sangue é retirado do corpo, passa por um filtro especial na máquina de hemodiálise, e em seguida é devolvido ao corpo já limpo. Este tratamento é geralmente realizado em uma clínica de diálise e deve ser feito com regularidade, muitas vezes várias vezes por semana, para manter o sangue tão limpo quanto possível.

Hemoftalmia

Hemoftalmia é uma condição médica que se refere à presença de sangue dentro do olho, especificamente na câmara vítrea (a parte do olho entre a lente e a retina). Esta condição pode resultar de diversas causas, incluindo trauma ocular, complicações de cirurgia ocular, condições sanguíneas e certas doenças dos olhos. A hemoftalmia pode levar à visão turva ou perda de visão e, portanto, requer atenção médica imediata e tratamento adequado.

Hemoglobina

A hemoglobina é uma proteína presente nas células vermelhas do sangue, os glóbulos vermelhos, responsável pelo transporte de oxigénio dos pulmões para os tecidos do corpo. É ela também que transporta o dióxido de carbono, um produto residual do metabolismo celular, dos tecidos do corpo de volta aos pulmões, onde será expelido. Por suas funções vitais, os níveis de hemoglobina num indivíduo são um indicador importante do estado de saúde. Níveis baixos podem indicar condições como anemia, enquanto níveis altos podem ser sinal de policitemia. Além disso, a hemoglobina tem um papel importante na coloração do sangue, sendo responsável pela cor vermelha dos glóbulos e, consequentemente, do sangue.

Hemoglobinúria

Hemoglobinúria é um termo médico que se refere à presença de hemoglobina na urina. A hemoglobina é uma proteína encontrada nos glóbulos vermelhos que é responsável por transportar oxigénio para os tecidos do corpo. Quando os glóbulos vermelhos se rompem, a hemoglobina é liberada e pode acabar na urina, causando hemoglobinúria. Isso pode ocorrer devido a várias condições médicas, incluindo infecções, doenças autoimunes, certos medicamentos e condições genéticas. A hemoglobinúria pode dar à urina uma cor vermelha, castanha ou preta.

Hemograma

O hemograma é um exame de sangue que mede a quantidade e a condição das células sanguíneas, incluindo os glóbulos vermelhos (responsáveis pelo transporte de oxigénio), os glóbulos brancos (que combatem as infecções) e as plaquetas (que ajudam o sangue a coagular). É comumente utilizado para diagnosticar uma variedade de condições de saúde, incluindo anemia, infecções e doenças do sangue. O hemograma também pode ser utilizado para monitorizar a saúde em geral ou para avaliar a eficácia de um tratamento médico.

Hemólise

Hemólise é um termo médico que se refere à destruição das células vermelhas do sangue, também conhecidas como hemácias ou glóbulos vermelhos. Esta destruição leva à libertação de hemoglobina no sangue. A hemólise pode ocorrer dentro dos vasos sanguíneos (hemólise intravascular) ou fora dos vasos sanguíneos (hemólise extravascular). Pode ser causada por várias condições médicas, tais como reações imunológicas, infecções, doenças do sangue, ou exposição a certas toxinas ou medicamentos. Quando é excessiva ou acontece muito rapidamente, pode levar a problemas como anemia, icterícia, ou complicações mais graves.

Hemolítico

Hemolítico refere-se a algo que causa hemólise, que é a destruição das células vermelhas do sangue. Em medicina, um agente hemolítico pode ser uma substância ou doença que resulta na ruptura das células sanguíneas e a consequente libertação de hemoglobina. Além disso, existem também as anemias hemolíticas, que são condições caracterizadas por uma hemólise excessiva.

Hemoperitônio

Hemoperitónio é um termo médico que descreve a presença de sangue na cavidade peritoneal, que é o espaço dentro do abdómen que contém os intestinos, o estômago e o fígado. Isto pode ocorrer como resultado de uma lesão ou ruptura em algum dos órgãos que contêm ou conduzem sangue, como por exemplo, o fígado, os grandes vasos sanguíneos ou o baço. Também pode ocorrer devido a condições médicas, como a endometriose. Se não for tratado, um hemoperitónio pode ser potencialmente fatal.

Hemophilus Influenzae

Hemophilus Influenzae é uma bactéria que se aloja na garganta humana. Existem vários tipos, sendo que o tipo B é o mais perigoso e pode causar sérias infeções em crianças, como meningite ou pneumonia. Antes da criação de uma vacina, esta bactéria era uma das principais causas de meningite bacteriana em crianças. Ainda é responsável por infeções graves em países onde a cobertura vacinal não é ampla. Os sintomas associados à presença desta bactéria podem variar dependendo do tipo de infeção que causam (devido a diferentes localizações no corpo). podem incluir febre, tosse, dificuldade respiratória, dores de cabeça, vómitos e rigidez no pescoço. A Hemophilus Influenzae pode ser detectada através de teste laboratorial e a sua infeção é tratada com antibióticos.

Hemophilus Pertussis

Hemophilus Pertussis é um termo médico que se refere a um tipo específico de bactéria chamada Bordetella pertussis. Esta bactéria é a causadora da coqueluche, também conhecida como tosse convulsa, uma doença altamente contagiosa do sistema respiratório. A infecção causa tosse severa, que pode levar a complicações como pneumonia, encefalopatia e até a morte, especialmente em bebés não vacinados. A melhor forma de prevenção contra esta doença é a vacinação.

Hemopoese

A hemopoese, na medicina, refere-se ao processo de produção, desenvolvimento e renovação das células do sangue. Este processo ocorre principalmente na medula óssea, que é o tecido mole presente no interior dos ossos. As células do sangue incluem os glóbulos vermelhos (eritrócitos), os quais fornecem oxigénio aos tecidos do corpo; os glóbulos brancos (leucócitos), que desempenham uma função crucial no sistema imunitário do corpo ao combater infecções; e as plaquetas, que são essenciais para a coagulação sanguínea. A hemopoese é um processo contínuo que é cuidadosamente regulado para responder às necessidades do corpo em diferentes condições, como durante infecções, após lesões ou em estados de doença. Quando este processo é perturbado, pode levar a várias doenças do sangue, como anemia, leucemia e outras desordens do sistema imunitário.

Hemoptise

Hemoptise é um termo médico que se refere ao acto de expelir sangue pela boca, que normalmente provém dos pulmões ou brônquios, geralmente associado à tosse. Este sangue pode surgir devido a uma série de condições médicas, desde uma simples infecção até a cenários mais graves como câncer pulmonar. A quantidade de sangue pode variar e pode ser misturada com muco ou saliva. Se ocorrer hemoptise, deve procurar imediatamente atendimento médico.

Hemorragia

Hemorragia, em medicina, é uma perda de sangue excessiva do corpo, geralmente causada por um rompimento em um vaso sanguíneo. Ela pode ocorrer internamente, quando o sangue vaza de vasos sanguíneos dentro do corpo, ou externamente, através de uma ruptura na pele. As hemorragias podem ser pequenas, como um pequeno corte na pele, ou muito graves, como uma grande perda de sangue devido a uma ferida ou lesão. Se não forem tratadas, as hemorragias graves podem levar à morte.

Hemorragia Nasal (Epistaxe)

Hemorragia nasal, também conhecida como epistaxe, é uma condição médica caracterizada por sangramento a partir do nariz. Isso pode acontecer devido a várias razões, incluindo trauma no nariz, infecções nasais, pressão arterial elevada ou alterações ambientais (como ar seco). O sangramento geralmente ocorre a partir de um dos pequenos vasos sanguíneos na membrana mucosa que reveste o interior do nariz. A maior parte do tempo, a hemorragia nasal não é motivo de preocupação e pode ser gerida em casa. No entanto, se o sangramento for excessivo, frequente, ou acompanhado por outros sintomas preocupantes (como dor de cabeça, tontura, ou dificuldade em respirar), pode ser necessário consultar um profissional de saúde. Existem dois tipos principais de hemorragia nasal - hemorragias nasais anteriores, que são as mais comuns e normalmente decorrentes de um vaso sanguíneo na frente do nariz, e hemorragias nasais posteriores, que são menos comuns mas mais graves e normalmente decorrentes de uma artéria na parte traseira do nariz. Dependendo do caso, um médico ou enfermeiro poderá preciso tampar ou cauterizar o vaso sanguíneo que está a causar o sangramento.

Hemorragíparo

Hemorragíparo é um termo médico que se refere a um objeto ou situação que causa ou é capaz de induzir uma hemorragia, ou seja, um sangramento. Este termo pode ser aplicado a certos instrumentos médicos, procedimentos ou condições de saúde que podem resultar em hemorragia.

Hemorróidas

Hemorróidas, em medicina, referem-se a uma condição em que as veias ao redor do ânus ou do recto inferior se dilatam porque estão demasiado pressionadas. Esta situação pode ocorrer tanto no interior do reto, chamadas hemorróidas internas, como debaixo da pele ao redor do ânus, denominadas hemorróidas externas. As hemorróidas podem ser causadas por várias razões, incluindo esforço durante a defecação, estar sentado durante longos períodos de tempo, obesidade, gravidez e dieta pobre em fibras. Os sintomas podem variar, mas frequentemente incluem dor, desconforto ao sentar-se, prurido ou irritação na área anal, inchaço ao redor do ânus e sangramento durante a defecação. Algumas pessoas com hemorróidas não experimentam quaisquer sintomas. O tratamento das hemorróidas pode incluir mudanças na dieta e na rotina de exercícios, medicamentos tópicos, procedimentos cirúrgicos ou minimamente invasivos.

Hemorroidectomia

A hemorroidectomia é um procedimento cirúrgico utilizado para tratar hemorróidas graves ou que não respondam a outros tratamentos não cirúrgicos. As hemorróidas são veias inchadas e inflamadas no ânus e no reto inferior, semelhantes às varizes. Na hemorroidectomia, o médico remove cirurgicamente o excesso de tecido que causa o sangramento. O procedimento é geralmente muito eficaz, mas pode envolver um período de recuperação doloroso e uma recuperação completa pode demorar algumas semanas. Existe mais do que um tipo de hemorroidectomia, então os procedimentos específicos podem variar.

Hemóstase

Em medicina, a hemóstase é um processo complexo que visa prevenir a perda de sangue após uma lesão vascular, promovendo a coagulação do sangue. Este processo consiste em várias fases, incluindo a vasoconstrição (redução do diâmetro do vaso sanguíneo), a formação do tampão plaquetário, a coagulação do sangue e por fim, a reparação do tecido e fibrinólise. Portanto, a hemóstase é essencial para evitar hemorragias e permitir que o organismo repare qualquer dano aos vasos sanguíneos. No entanto, se este sistema não funcionar correctamente, pode levar a coagulação excessiva (formação de coágulos sanguíneos) ou hemorragia (sangramento excessivo). É também importante notar que a hemostase é crucial durante cirurgias, para controlar o sangramento e promover a cicatrização do tecido.

Hemostasia

Hemostasia é um processo biológico que visa impedir que o corpo perca demasiado sangue devido a uma lesão. É uma sequência complexa de eventos que, em condições normais, permite a formação de coágulos de sangue na área onde o vaso sanguíneo está danificado, para impedir a hemorragia. No entanto, a hemostasia também deve garantir que os coágulos de sangue não causem bloqueios indesejados dentro dos vasos sanguíneos (trombose). O processo de hemostasia divide-se em duas fases principais: - Hemostasia primária: Uma vez que um vaso sanguíneo é danificado, as plaquetas, que são pequenos fragmentos de células encontradas no sangue, aglomeram-se na área da lesão para formar uma espécie de "tampão" ou "rolha" plaquetária. - Hemostasia secundária: Ao mesmo tempo, um processo de coagulação do sangue é iniciado. Proteínas especiais no sangue (os fatores de coagulação) são ativadas numa sequência de reações (denominada "a cascata de coagulação") que leva à formação de fibrina. A fibrina é uma proteína que forma uma rede de filamentos sobre a "rolha" plaquetária, reforçando o coágulo e ajudando a selar a lesão. Portanto, a hemostasia é uma parte vital da resposta do corpo a qualquer lesão que cause sangramento. Os distúrbios da hemostasia podem levar a uma hemorragia excessiva ou a uma formação excessiva de coágulos, ambos potencialmente perigosos.

Hemostático

Hemostático, em medicina, refere-se a algo que controla ou interrompe o sangramento. É freqüentemente usado para descrever medicamentos, suturas, curativos ou outros métodos utilizados para controlar o sangramento em uma situação médica. Este termo vem da palavra grega "haimostasis", que literalmente significa "paragem do sangue". Portanto, qualquer substância ou procedimento que ajuda a coagular ou cessar o fluxo sanguíneo é classificado como hemostático.

Hemotórax

Hemotórax é uma condição médica que ocorre quando o sangue se acumula no espaço entre a parede torácica e o pulmão, também conhecido como espaço pleural. Este acúmulo de sangue pode exercer pressão sobre o pulmão e pode levar ao colapso do mesmo. Esta é uma situação de emergência que requer tratamento imediato. Geralmente é causado por uma lesão no peito, como uma fratura de costela ou um ferimento penetrante. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e taquicardia.

Hemofilia

A hemofilia é uma doença genética hereditária que impede a correcta coagulação do sangue. O problema está na falta ou no mau funcionamento de proteínas chamadas factores de coagulação, que são necessárias para que o sangue coagule. Existem dois tipos principais de hemofilia: a hemofilia A, onde o doente tem baixos níveis de factor VIII, e a hemofilia B, onde o problema reside nos níveis de factor IX. Os sintomas mais comuns da hemofilia são hemorragias prolongadas após lesões, sangramento espontâneo, especialmente nas articulações e músculos, e contusões fáceis. A hemofilia é uma doença que se passa de pais para filhos, mais especificamente é uma condição ligada ao cromossoma X. Consequentemente, afeta quase exclusivamente os homens, enquanto as mulheres são geralmente portadoras do gene e podem passá-lo aos filhos. O tratamento da hemofilia foca-se na substituição do factor de coagulação em falta. Isto é feito através da administração intravenosa destas proteínas. Além disso, medicamentos que ajudam na coagulação também podem ser usados. No entanto, como é uma condição genética, ainda não há cura para a doença.

Hep Hér

Em medicina, "Hep Hér" não aparenta ser um termo reconhecido ou usado em Portugal ou em qualquer parte do mundo. No entanto, poderia ser uma abreviação ou um erro de digitação para Hepatite, que refere-se a uma inflamação do fígado que pode ser causada por vários agentes, como vírus (Hepatite A, B, C, D, E, etc.), consumo excessivo de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas ou doenças autoimunes. Se você se está a referir a outro termo ou condição médica, por favor, forneça mais detalhes para que possamos dar uma resposta mais precisa.

Heparina

A heparina é um medicamento anticoagulante, ou seja, que previne a coagulação do sangue. É normalmente usado para prevenir e tratar a formação de coágulos sanguíneos que podem levar a condições como trombose venosa profunda (TVP), embolia pulmonar e angina instável ou infarto do miocárdio. A heparina actua inibindo várias proteínas no sistema de coagulação do sangue, principalmente a trombina e o factor Xa. Esta medicação pode ser administrada por injeção ou por via intravenosa em meio hospitalar. Importa salientar que a heparina não dissolverá os coágulos de sangue já existentes, mas pode impedir o seu crescimento e a formação de novos coágulos.

Hepatalgia

Hepatalgia é um termo médico que se refere a dores no fígado. Este tipo de dor pode ser um sintoma de várias condições médicas, como hepatites, cirrose, tumores, entre outras doenças hepáticas. É importante procurar aconselhamento médico se sentir dor na região do fígado, pois pode ser sintoma de uma doença grave.

Hepatectomia

A hepatectomia é um procedimento cirúrgico que envolve a remoção parcial ou total do fígado. Este procedimento é geralmente realizado para tratar diferentes condições do fígado, incluindo, mas não limitado a, tumores hepáticos benignos ou malignos, doenças hepáticas metastáticas, doença hepática policística, cirrose hepática e abscessos hepáticos. A qualidade da vida do paciente e a sua sobrevivência após esta cirurgia dependem de vários factores, incluindo a extensão da doença hepática e a presença de outras condições médicas.

Hepático

Hepático é um termo da medicina que está relacionado com o fígado. Este termo é utilizado para descrever algo que envolve ou afecta o fígado, como por exemplo, doenças hepáticas, funções hepáticas, células hepáticas, etc. Por exemplo, a cirrose hepática é uma doença que afeta o fígado provocando o seu mau funcionamento. O termo "hepático" deriva do termo grego "hepar", que significa fígado. Portanto, sempre que o vês numa palavra médica, sabes que está referindo-se ao fígado.

Hepaticostomia

Hepaticostomia é um procedimento médico que envolve a criação de uma abertura na área do fígado. Esta abertura pode ser criada para drenar a bílis ou outros fluidos que podem estar a acumular-se devido a doenças hepáticas ou bloqueios. Trata-se de uma forma de aliviar a pressão e o desconforto, além de permitir que os médicos recolham amostras para análise. Este procedimento pode ser temporário ou permanente, dependendo do problema de saúde subjacente.

Hepatite

A hepatite é uma inflamação do fígado causada na maioria das vezes por um vírus. Existem vários tipos de hepatites virais, designadas como hepatite A, B, C, D e E. As hepatites B e C são as mais graves, pois podem tornar-se crónicas e levar a complicações como cirrose e cancro do fígado. Contudo, a hepatite também pode ser causada por substâncias tóxicas (como alguns medicamentos ou álcool) ou por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas. Os sintomas da hepatite podem incluir fadiga, febre, perda de apetite, náuseas, dor abdominal, icterícia (amarelamento da pele e dos olhos), urina escura e fezes de cor clara. Em casos crónicos, pode resultar em danos permanentes ao fígado. O diagnóstico da hepatite é baseado em análises sanguíneas, que determinam a presença de anticorpos contra o vírus em questão e avaliam o funcionamento do fígado. O tratamento varia de acordo com o tipo de hepatite. Para as hepatites A e E, normalmente é suficiente o repouso e a ingestão de líquidos para ajudar o corpo a combater o vírus. Para as hepatites B e C, podem ser necessários medicamentos antivirais. Nos casos de hepatite autoimune, pode ser necessária a toma de medicamentos imunossupressores. Em casos extremos de danos severos ao fígado, pode ser considerada a possibilidade de um transplante de fígado.

Hepatização

Hepatização é um termo médico que descreve uma fase particular de uma pneumonia bacteriana. Durante esta fase, o pulmão fica consolidado e tem a consistência e cor do fígado, daí o termo "hepatização". Um pulmão saudável é normalmente esponjoso e elástico, mas, no caso da hepatização, enche-se de um fluido rico em glóbulos brancos, células mortas, bactérias e fluidos dos vasos sanguíneos circundantes. Existem duas etapas da hepatização na pneumonia bacteriana: a hepatização vermelha e a hepatização cinzenta. A hepatização vermelha ocorre primeiro e leva o nome da cor vermelha-rubra que o pulmão assume neste estágio devido ao influxo de glóbulos vermelhos. A hepatização cinzenta ocorre posteriormente, quando os pulmões ficam cinzentos devido à morte dos glóbulos vermelhos.

Hepatócito

Hepatócito, em medicina, é o nome dado a cada uma das células que compõem o tecido principal do fígado, responsável pela maior parte de suas funções, como a produção de bile (substância que ajuda na digestão de gorduras), a síntese de proteínas e a desintoxicação do organismo. São as células mais abundantes do fígado, representando cerca de 80% do volume hepático.

Hepatoma

Hepatoma é um termo médico geralmente usado para descrever um tumor maligno que se origina nas células do fígado. O tipo mais comum deste cancro do fígado é o carcinoma hepatocelular. A condição é mais comum em pessoas com doenças hepáticas crônicas, como cirrose hepática ou hepatite B ou C. Os sintomas podem incluir perda de peso, falta de apetite, dor na parte superior direita do abdómen e icterícia (amarelamento da pele e dos olhos). O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou transplante de fígado, dependendo do estágio e da saúde geral do paciente.

Hepatomegalia

A Hepatomegalia é uma condição médica caracterizada pelo aumento anormal do tamanho do fígado. Isto pode ser causado por uma variedade de problemas de saúde, como infecções, doenças metabólicas, doenças hepáticas ou tumores. Esta condição pode levar a sintomas que incluem dor abdominal, perda de peso, icterícia (pele e olhos amarelados) e fadiga. O diagnóstico de Hepatomegalia é geralmente feito através de exames físicos, exames de sangue e imagiologia, como ultrassons ou tomografias computadorizadas. O tratamento vai depender da causa subjacente do aumento do fígado.

Hepatopatia

Hepatopatia é um termo médico que descreve qualquer doença, distúrbio ou condição que afecta o fígado. Pode ser causada por vários factores, como infecções, tumores, toxinas, genética ou uma resposta auto-imune. As hepatopatias podem variar desde condições ligeiras, que podem não causar quaisquer sintomas, até condições potencialmente fatais como a cirrose ou o cancro do fígado.

Hepatopexia

Hepatopexia é um termo médico que refere uma cirurgia realizada para fixar o fígado a uma parte adjacente do corpo, geralmente a parede abdominal frontal. Esta operação é normalmente realizada quando existe uma condição chamada "fígado flutuante" ou hepatoptose, onde o fígado se move para fora da sua posição normal, podendo causar dor e outros sintomas incómodos. A Hepatopexia ajuda a manter o fígado na posição correta, aliviando os sintomas.

Heperalgesia

Hiperestesia em medicina é um sintoma que representa aumento ou excesso na sensibilidade à dor. Os indivíduos com hiperalgesia têm uma reação de dor exagerada a estímulos que normalmente seriam levemente dolorosos ou mesmo não dolorosos para a maioria das pessoas. Pode ser um sintoma de várias condições médicas e pode ser causada por danos aos nervos, inflamação, doenças do sistema nervoso central, ou pelo uso de certos medicamentos. Além disso, pode também ser uma consequência de abstinência de certos medicamentos analgésicos. O tratamento desta condição geralmente envolve tratar a condição subjacente e administrar medicamentos analgésicos adequados.

Hér Her

O termo "Hér Her" em medicina não parece ter nenhum significado. Pode ser que haja algum erro de transcrição ou a abreviatura foi escrita incorrectamente. Recomendo verificar a terminologia correcta.

Her Hid

Acredito que esteja a referir-se a Her2, que é uma proteína que pode ser encontrada em quantidade excessiva em alguns tipos de células cancerígenas, particularmente no câncer de mama e do estômago. Se uma célula cancerosa tem uma quantidade anormalmente elevada desta proteína, diz-se que é "HER2-positiva". Estes tipos de cânceres podem ser mais agressivos, mas também podem responder a tratamentos específicos que se destinam a atacar as células com um excesso de HER2.

Hermafrodita

Em medicina, um hermafrodita é um indivíduo que possui tanto órgãos sexuais masculinos como femininos. Este termo é frequentemente usado na zoologia, mas também pode ser aplicado a seres humanos em casos muito raros de intersexualidade, uma condição na qual uma pessoa nasce com características sexuais físicas que não se encaixam nas típicas definições de masculino ou feminino. Vale ressaltar que a utilização do termo "hermafrodita" para se referir a pessoas intersexuais é considerada desatualizada e ofensiva por alguns, sendo preferível usar o termo intersexo.

Hermético

Em medicina, o termo "hermético" é frequentemente usado para descrever algo que é completamente selado ou que possui um selo à prova de ar. Este termo deriva do nome do deus grego Hermes, que era associado ao conhecimento secreto. Por exemplo, uma embalagem hermética de uma substância médica seria uma embalagem que não deixa passar ar, gases ou bactérias. Este tipo de embalagem seria importante para garantir a esterilidade de um medicamento ou instrumento médico. Em outra instância, um vaso sanguíneo pode ser descrito como "hermético" se for completamente selado e não tiver fugas de sangue. Portanto, em medicina, o termo "hermético" geralmente se refere a algo que é seguro, protegido e livre de contaminação.

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