Glâ Glâ
Desculpe, mas "Glâ Glâ" não parece corresponder a qualquer termo conhecido na medicina, pelo menos na língua portuguesa. Pode haver um erro de digitação ou pode ser um termo muito específico, regional ou antiquado. Por favor, forneça mais contexto ou verifique a ortografia.
Gla Gli
Desculpe, mas parece haver um engano em sua pergunta. "Gla gli" não é reconhecido como um termo específico na medicina. Pode por favor fornecer mais contexto ou verificar a ortografia do termo? Estou aqui para ajudar!
Glândula
Em medicina, uma glândula é um órgão que produz e liberta substâncias que executam uma função específica no organismo. Existem dois tipos de glândulas. As glândulas endócrinas, por exemplo, a tiróide, libertam hormonas diretamente na corrente sanguínea, enquanto as glândulas exócrinas, por exemplo, as glândulas sudoríparas, libertam substâncias através de ductos para fora do corpo ou para outro lugar no corpo. A função das glândulas é um elemento crucial para a homeostase corporal - o equilíbrio do organismo.
Glândula Anfícrina Ou Mistas
Em medicina, uma glândula anfícrina, também conhecida como glândula mista ou glândula mis-, é um tipo de glândula que tem ambos os tipos de funções: endócrina e exócrina. A parte endócrina de uma glândula anfícrina secreta hormonas diretamente na corrente sanguínea. Essas hormonas agem como mensageiros químicos, ajudando a regular funções corporais específicas. A parte exócrina da glândula secreta substâncias através de um ducto para fora do corpo ou para uma cavidade do organismo. Estas substâncias podem incluir enzimas, sucos digestivos, lágrimas, suor, entre outros. Um exemplo de uma glândula anfícrina é o pâncreas. A parte endócrina do pâncreas produz hormonas como insulina e glucagon, que ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, enquanto a parte exócrina produz sucos pancreáticos, que ajudam na digestão.
Glândula Ceruminosa
Na medicina, a glândula ceruminosa é uma das pequenas glândulas sudoríparas modificadas encontradas no ouvido externo que segregam a cera do ouvido. Essa substância, chamada de cerume, protege o ouvido de danos causados por bactérias, insetos e água. As glândulas ceruminosas estão localizadas na pele do canal auditivo externo.
Glândula Jerocal
Peço desculpa, mas "Glândula Jerocal" não parece existir em termos médicos ou científicos. Pode haver um erro na ortografia ou tradução da palavra. É melhor verificar a ortografia e tentar novamente. Se precisar de informações sobre um tipo específico de glândula, como a tireoide, o pâncreas ou as glândulas suprarrenais, fique à vontade para perguntar.
Glândula Lacrimal
A glândula lacrimal é uma peça do nosso sistema ocular que tem um papel central na produção de lágrimas. Ela está localizada na parte superior externa de cada olho e é responsável por produzir o fluido lacrimal. Este fluido tem várias funções, nomeadamente, lubrificar o olho, protegê-lo contra infecções e ajudar a eliminar partículas estranhas que possam entrar em contacto com o olho. Quando há uma disfunção nesta glândula, pode surgir o problema de secura ocular ou, em casos mais graves, uma condição chamada síndrome do olho seco.
Glândula Pineal
A glândula pineal é uma pequena glândula endócrina localizada no cérebro dos vertebrados. Ela tem a forma de uma pequena pinha, daí o seu nome. A sua principal função é sintetizar e secretar a melatonina, hormona que regula os ritmos circadianos do corpo, principalmente o ciclo sono-vigília. Em certos animais, a glândula pineal pode ter uma função adicional relacionada com a reprodução e a adaptação à mudança das estações. Em humanos, a glândula pineal começa a secretar melatonina algumas horas antes da habitual hora de ir dormir, em resposta à diminuição da luz, ajudando assim a induzir o sono. Além disso, a produção de melatonina é mais elevada em crianças e tende a diminuir à medida que se entra na idade adulta. Também existem teorias que sugerem que a glândula pineal pode estar relacionada à percepção do tempo e a sensações místicas ou espirituais, embora estas ideias não possuam apoio científico concreto.
Glândulas Adrenais
As glândulas adrenais, também conhecidas como supra-renais, são duas pequenas glândulas localizadas acima dos rins. Cada glândula é dividida em duas partes distintas: o córtex adrenal (a parte externa) e a medula adrenal (a parte interna). O córtex adrenal produz hormonas esteróides, incluindo cortisol (que ajuda o corpo a responder ao stress), aldosterona (que regula a retenção de sal e água) e hormonas sexuais. A medula adrenal produz hormonas não esteróides, incluindo adrenalina (também conhecida como epinefrina) e noradrenalina (também conhecida como norepinefrina), que ajudam a preparar o corpo para "luta ou fuga" em resposta ao stress. Isto inclui aumentar a frequência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. Problemas nas glândulas adrenais podem causar uma variedade de doenças, incluindo a síndrome de Cushing (produção excessiva de cortisol), a doença de Addison (produção insuficiente de cortisol) e o feocromocitoma (tumor da medula adrenal que pode causar hipertensão). O tratamento varia dependendo da condição e pode incluir medicamentos, terapia hormonal ou, em casos graves, cirurgia.
Glândulas De Bartholin
As glândulas de Bartholin são duas glândulas pequenas localizadas em ambos os lados da abertura vaginal, na região chamada de vulva. Elas têm a função de produzir um fluido de lubrificação durante a relação sexual. O nome destas glândulas é uma homenagem ao médico dinamarquês Caspar Bartholin, que as descreveu pela primeira vez. Por vezes, estas glândulas podem ser bloqueadas por pequenas bactérias, levando à formação de um cisto ou abscesso, condições conhecidas como Bartolinite que causam dor e desconforto.
Glândulas De Naboth
As glândulas de Naboth, em medicina, são pequenas bolsas ou cistos que se formam na superfície do colo do útero, geralmente como resultado do bloqueio das aberturas glandulares. São nomeadas de acordo com o médico alemão Martin Naboth, que as descreveu pela primeira vez no século XVII. As glândulas de Naboth são geralmente inofensivas e, na maioria dos casos, não causam quaisquer sintomas. No entanto, podem aumentar de tamanho e tornar-se incómodas ou dolorosas, momento em que pode ser necessário tratamento médico.
Glândulas De Skene
As glândulas de Skene, também conhecidas como glândulas parauretrais, são pequenas glândulas que estão localizadas perto da abertura da uretra na mulher. Estas glândulas são análogas à próstata no homem e podem produzir um fluido que é expelido durante a excitação sexual, sendo por vezes referido como "ejaculação feminina". Estas glândulas podem, ocasionalmente, ficar obstruídas ou infetadas, causando dor ou desconforto. Estas condições são geralmente tratadas com antibióticos. Câncer nestas glândulas é raro, mas pode ocorrer. As glândulas de Skene foram nomeadas em homenagem ao ginecologista escocês Alexander Skene, que as descreveu em detalhe em 1880.
Glândulas Endócrinas
As glândulas endócrinas, na medicina, são um conjunto de glândulas do sistema endócrino que têm como função produzir e secretar hormonas directamente na corrente sanguínea. Ao contrário das glândulas exócrinas, que secretam substâncias através de canais ou ductos, as glândulas endócrinas não têm esses canais de saída, daí o termo "endócrinas", que vem do grego endon, que significa "dentro". Estas hormonas são substâncias químicas que coordenam diversas funções no organismo, regulando processos como o crescimento, o metabolismo, o funcionamento do sistema imunitário, a função reprodutora, entre outros. Algumas das principais glândulas endócrinas são a hipófise (ou glândula pituitária), a tiróide, as paratiróides, as glândulas suprarrenais, o pâncreas endócrino, as gónadas (ovários e testículos) e a pineal. Cada uma destas glândulas produz hormonas específicas que desempenham papéis específicos no corpo. Um desequilíbrio na produção desses hormônios pode levar a várias condições médicas.
Glândulas Salivares
As glândulas salivares são órgãos especializados na produção e secreção de saliva, que desempenha um papel fundamental na digestão dos alimentos e na protecção da saúde oral. A saliva ajuda a amolecer e a quebrar os alimentos para facilitar a digestão, podendo também prevenir infecções na boca graças às suas propriedades antibacterianas. Existem três pares de glândulas salivares principais: as parótidas, as submandibulares e as sublinguais. As glândulas parótidas são as maiores e estão localizadas em frente aos ouvidos. As glândulas submandibulares estão localizadas debaixo da mandíbula e as sublinguais estão debaixo da língua. Além dessas, existem também inúmeras pequenas glândulas salivares espalhadas por toda a mucosa oral. Estas glândulas produzem diferentes tipos de saliva, que variam na sua composição química. As glândulas salivares podem ser afectadas por várias condições médicas, incluindo infecções, tumores, pedras salivares e distúrbios autoimunes.
Glândulas Supra-renais
As glândulas supra-renais, também conhecidas como adrenais, são duas pequenas glândulas endócrinas que se localizam na parte superior dos rins. Têm a forma de um triângulo e são responsáveis pela produção de vários hormónios essenciais para o funcionamento do organismo humano. Estas glândulas estão divididas em duas partes principais: o córtex adrenal e a medula adrenal. O córtex adrenal é a parte externa das glândulas e é responsável pela produção de corticosteroides, que incluem o cortisol (que ajuda a regular o metabolismo e a reação do corpo ao stress), e a aldosterona (que ajuda a controlar a pressão sanguínea). A medula adrenal, a parte interna das glândulas supra-renais, produz adrenalina e noradrenalina, hormónios que controlam a resposta do corpo ao stress, aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. Desta forma, as glândulas supra-renais desempenham um papel crucial na manutenção da homeostase, ou equilíbrio interno do corpo, especialmente em situações de stress ou emergência. Distúrbios nas glândulas supra-renais podem levar a uma série de condições médicas, muitas das quais requerem tratamento.
Glaucoma
Glaucoma é uma doença ocular que causa danos ao nervo óptico, geralmente como resultado da alta pressão ocular. O nervo óptico é responsável por enviar imagens visuais para o cérebro, e danos a este nervo podem levar à perda de visão. No início, o glaucoma pode não causar quaisquer sintomas, e a perda de visão ocorre geralmente de forma gradual ao longo do tempo. Se não for tratado, o glaucoma pode eventualmente causar cegueira. O glaucoma é uma das principais causas de cegueira em pessoas com mais de 60 anos. Existem diferentes tipos de glaucoma, como glaucoma de ângulo aberto e glaucoma de ângulo fechado. O tratamento geralmente envolve medicamentos para reduzir a pressão ocular e, em alguns casos, pode incluir cirurgia.
Glenóide (Cavidade)
Na medicina, especificamente na anatomia, a Glenóide é uma parte da escápula (ou omoplata), que é o osso grande e plano localizado atrás do tórax. A Glenóide é uma cavidade ou depressão nesta osso que ajuda a formar a articulação do ombro. É nesta cavidade que se encaixa a cabeça do úmero, o osso do braço, permitindo a vasta gama de movimentos que o ombro pode realizar. Essencialmente, os ombros são articulações do tipo bola-e-soquete, com a "bola" sendo a cabeça do úmero e a "soquete" sendo a cavidade glenóide.
Glia
A Glia é um tipo de célula encontrada no sistema nervoso central. Elas desempenham várias funções essenciais, incluindo a sustentação e a nutrição dos neurónios, a regulação do meio extracelular, a defesa imunológica e participação na plasticidade sináptica. Os neurónios são responsáveis pela transmissão de sinais elétricos no cérebro, mas a glia é essencial para manter a saúde e a função desses neurónios. Há muito mais células gliais no cérebro do que neurónios. Existem vários tipos diferentes de células gliais, incluindo astrócitos, oligodendrócitos, células de Schwann e micróglias. Cada um destes tipos de células gliais desempenha um papel único no cérebro e no resto do sistema nervoso central.
Glicemia
A Glicemia é o nível de açúcar (glicose) no sangue. Através de um exame de sangue, é possível medir a quantidade de glicose circulante no sangue, seja em jejum ou após algumas horas depois de uma refeição. Este é um exame muito importante para o diagnóstico e controle de doenças como a diabetes.
Glicídios
Os glicídios, também conhecidos como hidratos de carbono ou açúcares, são compostos orgânicos formados basicamente por átomos de carbono, hidrogénio e oxigénio. Na medicina e na nutrição, os glicídios são fundamentais pois constituem a principal fonte de energia para o organismo. Este grupo de nutrientes pode ser subdividido em monossacarídeos, como a glicose e frutose, dissacarídeos, como a sacarose, maltose e lactose, e polissacarídeos, como o amido e a celulose. Os glicídios são fundamentais para várias funções biológicas, como o fornecimento de energia imediata e a formação de estruturas celulares. No entanto, é importante monitorizar a ingestão de glicídios, pois um consumo excessivo pode levar a problemas de saúde como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
Glicina
A glicina é um dos 20 aminoácidos que compõem as proteínas que fazem parte de todas as células vivas. É o mais simples dos aminoácidos e por isso, tem muitos papéis no corpo humano. Na medicina, a glicina pode ser usada em várias terapias como um agente antiácido e antiúlcera, entre outras coisas. Também faz parte da química de muitos medicamentos. É muito relevante na produção de proteínas, ácidos nucleicos (DNA e RNA), creatina (que é utilizada pelos músculos), porfirinas e entre outras substâncias. O corpo tende a produzir glicina suficiente para as suas necessidades normais. No entanto, há situações em que pode ser necessário um suplemento de glicina, seja por causa de uma doença específica, seja por necessidades metabólicas.
Glicocorticóides
Os glicocorticóides são um tipo de hormonas esteróides produzidas na glândula adrenal, que se situa acima dos rins. Estas hormonas são particularmente importantes para regular a resposta do corpo ao stress, influenciar o metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e ajudar a gerir a inflamação no organismo. Na medicina, os glicocorticóides são frequentemente usados como medicamentos devido às suas propriedades anti-inflamatórias e imunossupressoras. Isso significa que eles podem ajudar a reduzir a inflamação e a suprimir o sistema imunológico, o que pode ser útil no tratamento de uma variedade de condições, incluindo asma, artrite reumatóide e lúpus. No entanto, como acontece com todos os medicamentos, os glicocorticóides podem ter efeitos secundários e devem ser usados com cautela. O uso a longo prazo destes medicamentos pode levar a efeitos secundários significativos, incluindo osteoporose, hipertensão, ganho de peso e aumento da susceptibilidade a infecções.
Glicogênese
A glicogênese é um processo metabólico que o corpo utiliza para criar glicogénio, um polissacarídeo multi-ramificado de glicose que serve como principal forma de armazenamento de energia nos animais. Este processo ocorre principalmente no fígado e nos músculos. Na medicina, a glicogénese é particularmente relevante para a compreensão do metabolismo da glicose e do armazenamento de energia. Perturbações deste processo podem conduzir a várias condições médicas, incluindo doenças do armazenamento de glicogénio que se caracterizam por um acúmulo excessivo ou deficiente de glicogénio no corpo.
Glicogênio
Glicogénio, também conhecido como glicogênio no Brasil, é a forma como os açúcares consumidos são armazenados no corpo para posterior utilização energética. Trata-se de uma polissacarídeo, ou seja, uma molécula complexa formada pela junção de várias moléculas simples de glicose. O glicogénio é produzido principalmente pelo fígado e pelos músculos, onde é armazenado para ser utilizado quando o organismo precisa de energia. Por exemplo, durante atividades físicas intensas, o corpo recorre ao glicogénio muscular para obter energia. Já o glicogénio hepático é fundamental para manter os níveis normais de glicose no sangue entre as refeições. Na medicina, níveis anormalmente baixos ou altos de glicogénio podem ser indicativos de várias doenças, entre elas a doença de Pompe, que é uma desordem genética rara que afeta a capacidade do corpo de quebrar o glicogénio. Distúrbios metabólicos relacionados com o glicogénio também são conhecidos como glicogenoses.
Glicogenólise
A glicogenólise é um processo metabólico que ocorre nas células do fígado e nos músculos, onde o glicogénio (a forma de armazenamento de glicose no organismo) é quebrado em glicose e lançado na corrente sanguínea para ser usado como fonte de energia. Este processo é particularmente importante entre as refeições, quando o organismo precisa de uma fonte constante de glicose para manter os níveis de energia e as funções vitais. A glicogenólise é controlada por diversas hormonas, principalmente a glucagon e a adrenalina. Quando os níveis de glicose no sangue são baixos, estas hormonas desencadeiam a glicogenólise para fornecer glicose às células.
Glicose
A glicose é uma forma de açúcar simples (monossacárido) que serve como principal fonte de energia para o corpo. É obtida através da digestão dos alimentos que contêm hidratos de carbono, como pão, massa, arroz, batata, alguns legumes e frutas. Depois de ser absorvida pelo intestino, é transportada através do sangue para as diferentes partes do corpo onde será utilizada. Na medicina, os níveis de glicose no sangue são frequentemente medidos para diagnosticar ou monitorar certas condições de saúde, como a diabetes. Níveis demasiado altos ou demasiado baixos de glicose no sangue podem ser prejudiciais para a saúde, levando a uma série de sintomas e complicações sérias. Por exemplo, altos níveis de glicose no sangue (hiperglicemia) podem indicar diabetes, enquanto baixos níveis (hipoglicemia) podem ocorrer em pessoas que têm diabetes e tomam demasiada insulina.
Glicose/Glucose/Dextrose
A glicose, também conhecida como glucose ou dextrose, é um açúcar simples (monossacárido) que serve como a principal fonte de energia para o corpo. É encontrada nos alimentos, especialmente nos hidratos de carbono, e é absorvida pelo sangue durante a digestão. Na medicina, a glicose é frequentemente referida no contexto da diabetes - uma condição em que o corpo não consegue regular corretamente os níveis de açúcar no sangue. A monitorização dos níveis de glicose é uma parte importante do controlo da diabetes. Também é usada em soluções intravenosas para fornecer energia e fluidos a pacientes que não conseguem consumir comida ou líquidos. Além disso, a glicose é utilizada em vários testes médicos, incluindo o teste de tolerância à glicose, que pode ajudar a diagnosticar a diabetes.
Glicosúria
Glicosúria é um termo médico que refere-se à presença excessiva de glicose na urina de um indivíduo. Normalmente, quando os rins filtram o sangue, a glicose é reabsorvida de volta para a corrente sanguínea. No entanto, se os níveis de glicose no sangue são muito elevados, os rins não conseguem reabsorver toda a glicose, levando a perda desta na urina. A glicosúria pode ser um indicador de várias condições médicas, incluindo diabetes.
Glioma
Glioma é um tipo de tumor que começa no cérebro ou na medula espinhal. Este tipo de câncer desenvolve-se a partir de células gliais, as quais suportam as células nervosas do cérebro, fornecendo-lhes nutrientes e oxigénio, além de ajudar na manutenção do equilíbrio de substâncias químicas que as células nervosas necessitam para enviar sinais. Os gliomas podem ser de baixo grau, o que significa que crescem mais lentamente, e de alto grau, ou seja, malignos e que crescem mais rapidamente. Os sintomas podem variar dependendo da localização e do tamanho do tumor, mas podem incluir dores de cabeça, náuseas, vómitos, convulsões e problemas neurológicos, como alterações na fala, visão ou audição. O tratamento pode incluir cirurgia para remover o tumor, radioterapia, quimioterapia, terapias direcionadas ou uma combinação destas. O prognóstico depende de vários fatores, incluindo o tipo de glioma, a localização e o tamanho do tumor, a idade e o estado de saúde geral do paciente.
Glo Glo
Peço desculpa, mas a expressão "Glo Glo" não parece corresponder a nenhum termo médico conhecido, nem em português de Portugal nem em qualquer outra língua. Poderá haver um erro de digitação ou de entendimento na sua pergunta. Recomendo que verifique a ortografia ou a fonte da qual obteve esse termo.
Globo Histérico
Globo histérico é um termo médico que se refere a uma manifestação psicossomática em que o indivíduo tem a impressão de um nó ou bola subindo pela garganta até atingir o pescoço, mesmo que não exista nenhum bloqueio físico real. É também conhecido como sensação de nó na garganta. Este fenómeno é muitas vezes associado a altos níveis de stress, ansiedade ou histeria.
Globulina
A globulina é um termo geral que se refere a um grupo de proteínas encontradas no sangue. Elas são produzidas pelo sistema imunitário e pelo fígado. As globulinas desempenham várias funções importantes no corpo, incluindo a capacidade de combater infecções, transportar substâncias através do sangue e coagular o sangue. Existem quatro principais tipos de globulinas: alfa 1, alfa 2, beta e gama. A globulina gama, também conhecida como imunoglobulina, é talvez a mais conhecida porque é produzida pelo sistema imunitário para ajudar a combater infecções. As imunoglobulinas são anticorpos. Os níveis de globulina no sangue podem ser medidos como parte de um teste de proteína total, que também inclui a medição de outra proteína importante, a albumina. Se os níveis de globulina estiverem muito elevados ou muito baixos, isso pode indicar uma série de condições médicas, incluindo infecções, doenças imunológicas e problemas de fígado ou rim.
Glóbulo Branco
Os glóbulos brancos, também conhecidos como leucócitos, são células do sistema imunitário que são responsáveis pela defesa do organismo contra infecções e doenças. Estas células têm a capacidade de identificar invasores estranhos (como vírus, bactérias, fungos e parasitas) e atacá-los, protegendo, assim, o corpo humano. Existem vários tipos de glóbulos brancos, cada um com uma função específica na defesa do organismo. Os linfócitos, por exemplo, são responsáveis pela criação de anticorpos, enquanto os neutrófilos e os macrófagos encarregam-se de englobar e destruir diretamente os invasores. Como parte do sistema imunitário, os glóbulos brancos desempenham um papel crucial na manutenção da saúde e na prevenção de doenças. A sua contagem pode variar em resposta a uma infecção, inflamação ou doença e é, por isso, um indicador importante para o diagnóstico e monitorização de várias condições médicas.
Glóbulo Sangüíneo
Um glóbulo sanguíneo, também conhecido como célula sanguínea, é uma célula que está presente no sangue. Existem três tipos principais de glóbulos sanguíneos: glóbulos vermelhos (eritrócitos), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas. Os glóbulos vermelhos são responsáveis pelo transporte de oxigênio através do corpo, os glóbulos brancos defendem o corpo contra infecções e doenças, e as plaquetas ajudam na coagulação do sangue para prevenir hemorragias. A presença e as condições dessas células no sangue podem ser medidas em um hemograma para diagnosticar várias doenças.
Glóbulo Vermelho
Em medicina, um glóbulo vermelho é um tipo de célula sanguínea que tem como principal função o transporte de oxigénio dos pulmões para os restantes tecidos do corpo. Também são conhecidos como eritrócitos ou células vermelhas do sangue. São ricos em hemoglobina, uma proteína que liga o oxigénio, dando aos glóbulos vermelhos a sua cor vermelha. A falta de glóbulos vermelhos suficientes ou a falta de hemoglobina neles pode resultar em anemia, uma condição que pode causar fadiga e outros sintomas.
Glomerulite
A glomerulite é uma doença renal que se caracteriza pela inflamação dos glomérulos. Os glomérulos são pequenas estruturas nos rins que servem como filtros, removendo os resíduos e o excesso de substâncias do sangue. Quando inflamados, a função de filtração pode ser afectada levando a que proteínas e células sanguíneas possam ser descartadas na urina. Dependendo da causa subjacente, a glomerulite pode ser uma condição temporária ou uma doença renal crónica. Alguns dos sintomas podem incluir urina espumosa, inchaço nos pés e tornozelos e fadiga.
Glomérulo
Em medicina, um glomérulo refere-se a uma estrutura microscópica em forma de novelo localizada nos rins. É a parte funcional básica dos rins onde ocorre a filtração do sangue. O glomérulo é composto por uma rede densa de capilares que são responsáveis pela primeira etapa na formação da urina, o que implica a remoção de resíduos, como toxinas, drogas, sais e água do sangue. Deve estar funcionando corretamente para a manutenção da saúde renal adequada.
Glomeruloesclerose Focal
A Glomeruloesclerose Focal é uma doença renal que afeta os glomérulos, que são pequenas unidades dentro do rim que filtram o sangue. Focal refere-se ao facto de que apenas algumas das glomérulos são afetadas. Glomeruloesclerose refere-se à cicatrização (esclerose) desses glomérulos. Mesmo que apenas algumas unidades estejam cicatrizadas, o rim inteiro pode ser afetado, pois precisa trabalhar mais arduamente para filtrar o sangue. Os sintomas podem incluir proteinúria (proteína na urina), hipertensão arterial (pressão alta) e edema (inchaço). Se não for tratada, pode levar a doença renal crónica em estágio terminal. As opções de tratamento podem incluir medicamentos para controlar a pressão arterial e diminuir a quantidade de proteína na urina, mudanças na dieta e, em alguns casos, a diálise ou transplante de rim.
Glomeruloesclerose Inter- Capilar De Kimmelstiel-Wilson
A glomeruloesclerose inter-capilar de Kimmelstiel-Wilson é uma doença renal crônica que ocorre principalmente em pessoas com diabetes de longa duração. É uma complicação do diabetes que foi identificada pela primeira vez por Clifford Wilson e Paul Kimmelstiel. Esta condição refere-se ao endurecimento do filtro dos rins, os glomérulos. Os glomérulos são pequenos vasos sanguíneos no rim que filtram os resíduos e o excesso de fluidos do sangue. No caso da glomeruloesclerose, esses pequenos vasos sanguíneos endurecem, o que impede que funcionem adequadamente. Os sintomas podem variar, mas geralmente incluem inchaço (especialmente nas pernas), micção frequente, fadiga, coceira na pele e perda de apetite. Com o tempo, pode levar à doença renal terminal, o que requer diálise ou transplante de rim. O tratamento envolve gerir o diabetes e a pressão arterial, juntamente com a alteração do estilo de vida e, às vezes, medicamentos específicos para proteger os rins. Além disso, pode ser necessário o tratamento dialítico em estádios mais avançados da doença.
Glomerulonefrite Difusa Aguda Pós-estreptocócica
A Glomerulonefrite Difusa Aguda Pós-estreptocócica é uma doença renal que se desenvolve após uma infecção causada pela bactéria estreptococo. A bactéria é geralmente contraída através de uma infecção na garganta ou na pele. Esta condição médica afeta os glomérulos, que são as unidades funcionais dos rins. Eles filtram o sangue e removem o excesso de líquidos e resíduos, que são então excretados na urina. Quando os glomérulos estão inflamados, como na Glomerulonefrite Difusa Aguda Pós-estreptocócica, eles não conseguem funcionar adequadamente. Isso pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo urina com sangue, edema (inchaço), hipertensão (alta pressão arterial) e, às vezes, insuficiência renal. É importante notar que esta condição é classificada como uma doença pós-estreptocócica porque ocorre aproximadamente uma a duas semanas após a infecção inicial com a bactéria estreptococo. O sistema imunológico reage a esta infecção produzindo anticorpos, que por vezes atacam erroneamente os glomérulos, levando à Glomerulonefrite Difusa Aguda Pós-estreptocócica.